George Ohsawa (1893-1966) cunhou o termo macrobiótica para descrever a filosofia orientada para a vida, saúde e cura de doenças. Macrobiótica significa “o modo de viver uma vida longa”. A filosofia macrobiótica é melhor descrita como um modo de viver de acordo com os princípios de yin e yang.
Ohsawa, no seu livro, Macrobiótica Zen, descreve doze princípios de yin e yang. No nível mais simples, significa que as pessoas comem alimentos que os mantêm em equilíbrio com o seu ambiente (i.e., num clima quente (yang), comem-se alimentos mais refrescantes (yin), e vice-versa). Oshawa esboçou uma dieta macrobiótica “Zen” de dez fases na qual cada fase se torna cada vez mais restritiva.
A dieta é alegadamente capaz de superar todas as formas de doença. No “nível mais alto”, a dieta mostrou-se nutricionalmente inadequada, tendo resultado em várias mortes. Oshawa dedicou muito do seu tempo a tentar entender a “Ordem do Universo”, e eventualmente sucumbiu aos esforços das suas experiências.
Mais recentemente, macrobiótica veio a significar um regime dietético usado para prevenir e tratar várias doenças. A dieta macrobiótica é na verdade um conjunto de várias dietas que variam de severas a moderadas quanto às restrições que impõem. A dieta mais severa consiste exclusivamente em cereais integrais, enquanto que uma dieta mais moderada consiste em cereais integrais e certos tipos de legumes, frutas e sopas.
Presentemente o proponente principal é Michio Kushi que reformulou e popularizou a Macrobiótica nos Estados Unidos.
A dieta consiste em cinco categorias de alimentos (com a percentagem de consumo indicada):
Os proponentes da dieta macrobiótica recomendam-na para pacientes com cancro. Alegam que reduz a velocidade de progressão do cancro desnutrindo as células responsáveis pela doença. Muitos pacientes com HIV/SIDA também recorrem à dieta macrobiótica para combater a doença. Porém, estando já muitas vezes estes pacientes a perder peso de forma alarmante, estas dietas podem apenas piorar a sua situação e causar graves deficiências nutricionais.
Se está a pensar enveredar por uma dieta macrobiótica, informe-se melhor acerca dos alimentos que deve ingerir para evitar problemas relacionados com a desnutrição. Consultar um nutricionista pode também ser indicado.
Ohsawa, no seu livro, Macrobiótica Zen, descreve doze princípios de yin e yang. No nível mais simples, significa que as pessoas comem alimentos que os mantêm em equilíbrio com o seu ambiente (i.e., num clima quente (yang), comem-se alimentos mais refrescantes (yin), e vice-versa). Oshawa esboçou uma dieta macrobiótica “Zen” de dez fases na qual cada fase se torna cada vez mais restritiva.
A dieta é alegadamente capaz de superar todas as formas de doença. No “nível mais alto”, a dieta mostrou-se nutricionalmente inadequada, tendo resultado em várias mortes. Oshawa dedicou muito do seu tempo a tentar entender a “Ordem do Universo”, e eventualmente sucumbiu aos esforços das suas experiências.
Mais recentemente, macrobiótica veio a significar um regime dietético usado para prevenir e tratar várias doenças. A dieta macrobiótica é na verdade um conjunto de várias dietas que variam de severas a moderadas quanto às restrições que impõem. A dieta mais severa consiste exclusivamente em cereais integrais, enquanto que uma dieta mais moderada consiste em cereais integrais e certos tipos de legumes, frutas e sopas.
Presentemente o proponente principal é Michio Kushi que reformulou e popularizou a Macrobiótica nos Estados Unidos.
Quais os alimentos recomendados?
A dieta macrobiótica standard evita muitos alimentos como carne, gorduras animais, ovos, produtos lácteos, açúcar refinado, e comidas contendo adoçantes artificiais ou outros aditivos químicos. Todos os alimentos recomendados são de preferência orgânicos e minimamente processados. Desaconselha-se o consumo de alimentos geneticamente modificados, irradiados, processados, enlatados ou congelados.A dieta consiste em cinco categorias de alimentos (com a percentagem de consumo indicada):
- Cereais integrais (40-60%)
- Vegetais (20-30%)
- Feijões e outras leguminosas (5-10%)
- Sopas (que podem ser feitas com legumes, cereais ou
- feijões).
- Bebidas que incluem qualquer chá tradicional sem fragrâncias aromáticas ou efeitos estimulantes e água de nascente natural sem gelo. Não se recomendam frutas ou sumos de fruta tropicais ou semi-tropicais, refrigerantes, bebidas artificiais, bebidas alcoólicas ou café.
- Comidas ocasionais incluem fruta, peixe branco, sementes e nozes.
- Comidas a eliminar da dieta incluem carne, gordura animal, ovos, produtos de lácteos, açúcares refinados, chocolate, geleias, mel, baunilha, temperos picantes, vinagre artificial e bebidas brancas.
Efeitos da dieta macrobiótica
Embora a gama de alimentos varie, a dieta macrobiótica é geralmente pobre em energia, proteínas, e gordura. É também provavelmente inadequada em vitamina D, ácido fólico, vitamina B12, riboflavina, cálcio e ferro. Verificaram-se casos clínicos e desnutrição e de crescimento atrofiado em crianças.Os proponentes da dieta macrobiótica recomendam-na para pacientes com cancro. Alegam que reduz a velocidade de progressão do cancro desnutrindo as células responsáveis pela doença. Muitos pacientes com HIV/SIDA também recorrem à dieta macrobiótica para combater a doença. Porém, estando já muitas vezes estes pacientes a perder peso de forma alarmante, estas dietas podem apenas piorar a sua situação e causar graves deficiências nutricionais.
Perder peso com uma dieta macrobiótica?
Embora a dieta macrobiótica seja saudável em certos aspectos, e leve a perder peso de forma eficaz, pode levar a graves desequilíbrios nutricionais se não se tomarem as de vidas precauções.Se está a pensar enveredar por uma dieta macrobiótica, informe-se melhor acerca dos alimentos que deve ingerir para evitar problemas relacionados com a desnutrição. Consultar um nutricionista pode também ser indicado.

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